Bem... passaram-se uns dias... não me lembro muito bem onde fiquei. Ah... fiquei na tentativa. Andei nos copos... li... toquei... nos copos andei com um amigo, é recente, mas sabe conversar. Ler... li sozinho... tocar... toquei sozinho... e no ensaio, com os outros. O bom da banda é que sabemos o suficiente uns dos outros. Não sabemos demais, não sabemos pouco, apenas o suficiente. De resto... é tudo muito cinzento. Tudo muito sem cor. Os dias estiveram bonitos... reparei porque me disseram, nem tal me passou pela cabeça... mas adiante. Vamos ao que realmente interessa. Como devem compreender vou falar por metáforas e aproximações... não me posso arrisca.
O que fazer quando nos atiram as coisas para cima... faz... faz... isso, boa ideia... faz... tudo bem, posso fazer... mas e... pagas? quando é que pagas?... tempo é dinheiro... mmm... o dilema de entrar no mundo do trabalho com pessoas conhecidas... e ainda por cima desorganizadas. Se quero fazer? Claro que sim. Mas quero fazer e dar continuidade, sozinho apenas posso alinhar as arestas. Mas o mundo não pensa assim... deixa andar... vai-se fazendo... se não se for fazendo? os outros fazem. Aiaiaiai... tamanha displicência. Berços de ouro... facilitismos... o papá ou a mamã dá... mas já tirei o curso... ainda tenho que saber mais? ainda tenho que estudar mais? o que sei não chega? que gente esta... Mas... vou dar-lhes mais uma oportunidade. Que acham? pode ser?
Continuando, mmm... apercebi-me que, para além de ser um pouco distante... abstracto no relacionamento, ainda me vi privado de algo que... me era próximo. Durante algum tempo culpei-me por isso. E, Talvez, tenha a minha cota parte de culpa... mas percebi que a culpa não era só minha. Privei-me de algo que tantas emoções produz... a amizade. Eu vou tentar explicar. Em tempos fui altruista. Esse altruismo trouxe-me consequências... devastas... para a minha vida. Não foi a primeira vez que pratiquei o altruismo... mas as consequências foram as mesmas. Tristeza... tristeza... como é possível o altruísmo trazer tanta negatividade à vida? Mas... aceitei os acontecimentos. Aconteceu, agora só me resta erguer a cabeça bem alto e continuar. Não adianta remoer no assunto. Mas privei-me do meio social das minhas amizades porque o objecto do altruísmo também partilha o mesmo circulo social. pronto... pronto... não choro mais.
adiante...
O vai-e-vem... eheheheh... Aparece, com entusiasmo. No entanto, não a recebo com entusiasmo. É bom estar de volta, para ela diga-se. No entanto tenho uma routina que não me permite seguir os seus horários. Recebo-a de um modo, a meu ver, normal. Normal para alguém que conhecemos... conhecemos... nem sei se será esse o termo mais adequado. Por momentos os horários tocam-se, fala-se... fala-se... bebe-se... bebe-se... fala-se de tudo. Mais uma vez não se fala do que realmente importa. Numa noite de introspecção solitária... bem... não era bem solitária, o gin estava presente... lá aparece ela... foda-se... que raio... não me apetecia nada. conversa de circunstância... Mostra o seu contentamento nas minhas barbas... que raio... ouve lá... não podes ir para o outro lado da sala? Eu estava aqui na boa... a galar umas gajas e apareces tu e colas-te no meio metro a seguir ao meu meio metro? Vou-me embora... estragou-me a noite. Passado uns tempos começo a remoer (mais uma vez) "Estás a ser estupido" não podes ser tão rígido... vamos lá tentar... "Cafezito?"... "Sim, aparece... a... faz... qualquer coisa" (Como devem compreender não posso revelar todos os aspectos da situação. Apareço... para não variar montes de gente... carradas de gente... paletes de gente. Mais uma vez... afinal... não estava a ser estupido porque o padrão repete-se... Desta vez a iniciativa foi minha... mas geralmente não era. Quando a iniciativa era minha... havia impossibilidades... coisas de horários. Quando a iniciativa não era minha... sempre gente... sempre montes de gente... e nesses encontros de gente... abraços... pedidos de abraços... quando a noite avança, e a bebida também, frases ao ouvido "Sabes que gosto muito de ti não sabes"... e eu com o meu ar do tipo... estás bêbeda... "sim... claro que sei"... lá vem mais um abraço. A ultima vez foi ainda mais estranha... mas estou a pensar como devo apresentá-la sem ferir susceptibilidades. Bem, eu tenho que mudar de #$%&$#& e ando à procura, assim como pedi a algumas pessoas para me dizerem qualquer coisa se souberem de %/$%/$ para $"$"$. Não é que ela me vem com uma conversa do tipo que também está a pensar mudar de &/&#$#( ????? Que podiamos procurar uma cena fixe para os dois... Epá.. tudo bem que bebemos uns copos... mas desta não estava à espera. Mas... a minha sensação é que tal não ia acontecer. Isto porque ela na realidade não queria isso... e eu acho que também não. E pronto ela arranja um &(/$#$%"# para ela... volta-se a afastar. E isto vai continuar... se eu deixar. Mas já tomei a decisão: vou falar com ela... vai ser duro... mas vai ser necessário para que as nossas vidas continuem em paz e... separados.
O que fazer quando nos atiram as coisas para cima... faz... faz... isso, boa ideia... faz... tudo bem, posso fazer... mas e... pagas? quando é que pagas?... tempo é dinheiro... mmm... o dilema de entrar no mundo do trabalho com pessoas conhecidas... e ainda por cima desorganizadas. Se quero fazer? Claro que sim. Mas quero fazer e dar continuidade, sozinho apenas posso alinhar as arestas. Mas o mundo não pensa assim... deixa andar... vai-se fazendo... se não se for fazendo? os outros fazem. Aiaiaiai... tamanha displicência. Berços de ouro... facilitismos... o papá ou a mamã dá... mas já tirei o curso... ainda tenho que saber mais? ainda tenho que estudar mais? o que sei não chega? que gente esta... Mas... vou dar-lhes mais uma oportunidade. Que acham? pode ser?
Continuando, mmm... apercebi-me que, para além de ser um pouco distante... abstracto no relacionamento, ainda me vi privado de algo que... me era próximo. Durante algum tempo culpei-me por isso. E, Talvez, tenha a minha cota parte de culpa... mas percebi que a culpa não era só minha. Privei-me de algo que tantas emoções produz... a amizade. Eu vou tentar explicar. Em tempos fui altruista. Esse altruismo trouxe-me consequências... devastas... para a minha vida. Não foi a primeira vez que pratiquei o altruismo... mas as consequências foram as mesmas. Tristeza... tristeza... como é possível o altruísmo trazer tanta negatividade à vida? Mas... aceitei os acontecimentos. Aconteceu, agora só me resta erguer a cabeça bem alto e continuar. Não adianta remoer no assunto. Mas privei-me do meio social das minhas amizades porque o objecto do altruísmo também partilha o mesmo circulo social. pronto... pronto... não choro mais.
adiante...
O vai-e-vem... eheheheh... Aparece, com entusiasmo. No entanto, não a recebo com entusiasmo. É bom estar de volta, para ela diga-se. No entanto tenho uma routina que não me permite seguir os seus horários. Recebo-a de um modo, a meu ver, normal. Normal para alguém que conhecemos... conhecemos... nem sei se será esse o termo mais adequado. Por momentos os horários tocam-se, fala-se... fala-se... bebe-se... bebe-se... fala-se de tudo. Mais uma vez não se fala do que realmente importa. Numa noite de introspecção solitária... bem... não era bem solitária, o gin estava presente... lá aparece ela... foda-se... que raio... não me apetecia nada. conversa de circunstância... Mostra o seu contentamento nas minhas barbas... que raio... ouve lá... não podes ir para o outro lado da sala? Eu estava aqui na boa... a galar umas gajas e apareces tu e colas-te no meio metro a seguir ao meu meio metro? Vou-me embora... estragou-me a noite. Passado uns tempos começo a remoer (mais uma vez) "Estás a ser estupido" não podes ser tão rígido... vamos lá tentar... "Cafezito?"... "Sim, aparece... a... faz... qualquer coisa" (Como devem compreender não posso revelar todos os aspectos da situação. Apareço... para não variar montes de gente... carradas de gente... paletes de gente. Mais uma vez... afinal... não estava a ser estupido porque o padrão repete-se... Desta vez a iniciativa foi minha... mas geralmente não era. Quando a iniciativa era minha... havia impossibilidades... coisas de horários. Quando a iniciativa não era minha... sempre gente... sempre montes de gente... e nesses encontros de gente... abraços... pedidos de abraços... quando a noite avança, e a bebida também, frases ao ouvido "Sabes que gosto muito de ti não sabes"... e eu com o meu ar do tipo... estás bêbeda... "sim... claro que sei"... lá vem mais um abraço. A ultima vez foi ainda mais estranha... mas estou a pensar como devo apresentá-la sem ferir susceptibilidades. Bem, eu tenho que mudar de #$%&$#& e ando à procura, assim como pedi a algumas pessoas para me dizerem qualquer coisa se souberem de %/$%/$ para $"$"$. Não é que ela me vem com uma conversa do tipo que também está a pensar mudar de &/&#$#( ????? Que podiamos procurar uma cena fixe para os dois... Epá.. tudo bem que bebemos uns copos... mas desta não estava à espera. Mas... a minha sensação é que tal não ia acontecer. Isto porque ela na realidade não queria isso... e eu acho que também não. E pronto ela arranja um &(/$#$%"# para ela... volta-se a afastar. E isto vai continuar... se eu deixar. Mas já tomei a decisão: vou falar com ela... vai ser duro... mas vai ser necessário para que as nossas vidas continuem em paz e... separados.
2 comentários:
descontente com o mercado de trab e as oportunidades: bem vindo ao clube! querem experiencia e experiencia... mas se n começar em algum lado ganharei alguma vez experiencia?
tscccc.... é uma merda esta vida pós-estudos!
ela encontrou uma #$%&%Q! mas foi acaso, ela de facto estava interessada em procurar #$&"## com o outro, porque se sente bem na sua presença..porque acima de tudo gostava que sim, que pudessem estar, sós, a beber um copo, a imaginar mundos, em delírios talvez..e sim, ela receia a proximidade, que os actos se tornem em algo demasiado imenso que ela não abraça, que ela não pode dar..receio em puxar por outros mundos.. medo de magoar.. ela foi sendo clara, ou tentando, sempre no seu jeito desengonçado de quem não quer dizer demais.. e se ele fala de separação e paz, ela fala apenas de paz..porque ele lhe toca, ele não é irrelevante ou apenas mais um no meio de muitos.. ele é alguém que ela quer por perto.. sem ter que magoar..ele é alguém com quem ela quer partilhar.
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