ontem, no meio de 3 ou 4 cervejas, um shot de tequila e nos resquicios de uma amêndoa amarga... eu e dois amigos (ele e ela) começámos a falar sobre o filme "o perfume"... opinião geral de que o filme era muito bom... o facto de não conseguirmos odiar o assassino... e várias razões, várias sugestões, várias opiniões foram surgindo... até que o meu amigo disse "... porque ele descobriu Deus..."
até hoje apetece-me dizer que ele tem razão... se não o digo é por falta de coragem...
quinta-feira, novembro 30, 2006
quarta-feira, novembro 29, 2006
que dia é hoje?
mmm... se não estou enganado, hoje é quarta-feira, dia 29 de Novembro de 2006.
hoje apeteceu-me assinalar o dia... este dia... e porquê este dia? perguntam-me as vozes... e porque não este dia? respondo eu.
o que torna um dia especial? será somente o significado que lhe damos? sim, porque não?
são tudo significados, atribuições... coisas abstractas... nada é palpável. o nosso dia de anos... já tocaram no vosso dia de anos? já lhe sentiram o toque... a respiração... a superficie...????
nos tempos que correm há dias para tudo... dia da árvore, do não fumador, dos direitos humanos... é giro... é muito giro... mas valem o que valem... são significações abstractas para representar determinado dia...
está tudo na representação que possuímos... e na capacidade da abstracção... viva Jesus Cristo Deus Nosso Senhor!!!!!!!
hoje apeteceu-me assinalar o dia... este dia... e porquê este dia? perguntam-me as vozes... e porque não este dia? respondo eu.
o que torna um dia especial? será somente o significado que lhe damos? sim, porque não?
são tudo significados, atribuições... coisas abstractas... nada é palpável. o nosso dia de anos... já tocaram no vosso dia de anos? já lhe sentiram o toque... a respiração... a superficie...????
nos tempos que correm há dias para tudo... dia da árvore, do não fumador, dos direitos humanos... é giro... é muito giro... mas valem o que valem... são significações abstractas para representar determinado dia...
está tudo na representação que possuímos... e na capacidade da abstracção... viva Jesus Cristo Deus Nosso Senhor!!!!!!!
segunda-feira, novembro 27, 2006
Cesariny disse...
"Gostava de ter daquelas mortes boas, em que uma pessoa se deita para dormir e nunca mais acorda."
sinceramente, só conhecia o nome deste senhor... mas, por vezes, as palavras mostram o carácter, a grandeza da personalidade. Por isso, faço das palavras deste senhor, se tal me for permitido, as minhas próprias palavras...
sinceramente, só conhecia o nome deste senhor... mas, por vezes, as palavras mostram o carácter, a grandeza da personalidade. Por isso, faço das palavras deste senhor, se tal me for permitido, as minhas próprias palavras...
quinta-feira, novembro 23, 2006
a virtude de sermos honestos...
para com o mundo, para com a nossa pessoa... os sonhos que tinham que ser já o são, ou já o foram.
os que restam são poucos, mas essenciais. uma existência que revela a sua banalidade quando pensamos "quem não sonha?". todos sonhamos, mas nem todos ficam contentes...
"someday I will wake up...
and I will call for my unbirth.
Greatings mother,
can you keep me forever?
The tears you dropped
will have a meaning father...
I don´t know if it will be soon,
but I will wait...
the need for love is calling me,
I will lay down and dream
with your love... the only one I can still feel."
os que restam são poucos, mas essenciais. uma existência que revela a sua banalidade quando pensamos "quem não sonha?". todos sonhamos, mas nem todos ficam contentes...
"someday I will wake up...
and I will call for my unbirth.
Greatings mother,
can you keep me forever?
The tears you dropped
will have a meaning father...
I don´t know if it will be soon,
but I will wait...
the need for love is calling me,
I will lay down and dream
with your love... the only one I can still feel."
terça-feira, novembro 14, 2006
que problema...
...tão vazio.
Tenho um problema, o desejável valor do ser envolve-me os pensamentos...
vivem-se momentos, actos irreflectidos, voltamos a reflectir... pedem-nos paciência, porque ainda não há confiança.
é de louvar a sinceridade. mas eu sentia-me bem... leve... vazio de sentimentos. no fundo, sentia-me independente. Já não o posso afirmar... sinto-me dependente de alguém que quer algo mais da minha pessoa... foi o que me disseram... foi-me pedido, pela minha consciência, paciência... foi-me pedido, pela pessoa, tempo para ganhar confiança. e eu? não posso pedir nada? um sussurro... um leve toque... um sorriso... uma palavra... porque não duas... um gesto que me diga algo...
quantas sessões de cafés... chás... quantos jantares... quantas idas ao cinema são necessárias... as que forem preciso, digo eu... até nos fartarmos... até nos amarmos.
voltei a ser apanhado... apanhaste-me. e agora? podes brincar comigo, podes fazer de mim uma marioneta, ainda bem que não sabes... eu apenas te irei observar como se me fosses indiferente... tratar-te-ei como tantos outros... quando de facto quero apenas um sussurro... um leve toque... um sorriso... uma palavra... porque não duas... um gesto que me diga algo...
é um problema vazio de objectividade... de pragmatismo... que me tira o "eu"
Tenho um problema, o desejável valor do ser envolve-me os pensamentos...
vivem-se momentos, actos irreflectidos, voltamos a reflectir... pedem-nos paciência, porque ainda não há confiança.
é de louvar a sinceridade. mas eu sentia-me bem... leve... vazio de sentimentos. no fundo, sentia-me independente. Já não o posso afirmar... sinto-me dependente de alguém que quer algo mais da minha pessoa... foi o que me disseram... foi-me pedido, pela minha consciência, paciência... foi-me pedido, pela pessoa, tempo para ganhar confiança. e eu? não posso pedir nada? um sussurro... um leve toque... um sorriso... uma palavra... porque não duas... um gesto que me diga algo...
quantas sessões de cafés... chás... quantos jantares... quantas idas ao cinema são necessárias... as que forem preciso, digo eu... até nos fartarmos... até nos amarmos.
voltei a ser apanhado... apanhaste-me. e agora? podes brincar comigo, podes fazer de mim uma marioneta, ainda bem que não sabes... eu apenas te irei observar como se me fosses indiferente... tratar-te-ei como tantos outros... quando de facto quero apenas um sussurro... um leve toque... um sorriso... uma palavra... porque não duas... um gesto que me diga algo...
é um problema vazio de objectividade... de pragmatismo... que me tira o "eu"
segunda-feira, novembro 06, 2006
a amante...
tenho uma amante... em tempos procurei-a, amei-a, dei tudo por ela. Como qualquer amante estava sempre lá quando eu a procurava, quando precisava dela. Como qualquer amante havia momentos em que se sentia sozinha... havia momentos em que sentia no seu ser o papel que lhe dei... o de amante. Como qualquer amante fazia-me ver que também tem sentimentos... eu voltava a dar-lhe a devida atenção. amava-a, recebia-a nos meus braços, sentia o seu calor, o seu amor por mim.
Tenho uma amante... já não a desejo. Mas não posso dizer-lhe... devo-lhe muito do meu ser. Não a posso desiludir, não posso cometer tal atrocidade. No entanto ela não quer ser mais do que uma simples amante... eu já lhe disse que não posso continuar nesta situação. Conheço alguém que quer ser mais... conheço alguém que quer fazer parte da minha vida... conheço alguém que quer dizer "partilha a tua vida comigo, o teu ser, os teus sentimentos e emoções...". A amante não quer, mas eu conheço alguém... eu conheço alguém...
Eu tenho uma amante... o seu nome... solidão...
Tenho uma amante... já não a desejo. Mas não posso dizer-lhe... devo-lhe muito do meu ser. Não a posso desiludir, não posso cometer tal atrocidade. No entanto ela não quer ser mais do que uma simples amante... eu já lhe disse que não posso continuar nesta situação. Conheço alguém que quer ser mais... conheço alguém que quer fazer parte da minha vida... conheço alguém que quer dizer "partilha a tua vida comigo, o teu ser, os teus sentimentos e emoções...". A amante não quer, mas eu conheço alguém... eu conheço alguém...
Eu tenho uma amante... o seu nome... solidão...
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