sábado, janeiro 22, 2011
nunca estamos sozinhos
frio... muito frio... 6h30 am... vento... muito vento. um barulho SHANCK... SHANCK... está mais perto, aproxima-se. não, eu aproximo-me.por fim encontro-me lado a lado com o barulho, está no meu lado direito mas eu olho para o meu lado esquerdo... um pássaro preto... calmo, tranquilo no meio do vento. A caminhada continua, o barulho torna-se menos intenso mas continua o frio e o vento. observo uma senhora a recolher uma mangueira, é a 3ª vez que a vejo esta semana (o que quer isto dizer?) mas continuo sem saber o que faz. É que encontro-a sempre a recolher a mangueira. As passadas continuam e lá estão eles outra vez, o vento e o frio, os meus companheiros de caminhada. Olho para o meu lado esquerdo e vejo um pássaro preto, esboço um sorriso. Os meus companheiros de caminhada intensificam a sua presença, não estás sozinho parecem dizer. Aproximo-me do fim da caminhada, o Preto, o o gato, está no cimo das escadas. Abro a porta e Preto, o gato, roça-se nas minhas pernas e entra. Despeço-me dos meus companheiros de caminhada e entro também.
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